terça-feira, 1 de dezembro de 2009

pontinho vermelho boiando

O Turco esquece que não moro com ele. Que me matar? Por que some assim?
O Marcos acha que escrevo o blog pra ele. Não, não, assim não.
Não vejo mais minhas baratas. Cada uma que matei apagou uma luz da casa.
Não é a lâmpada, é lá dentro no fio que elas foram.
De cinco, três lugares da casa ficam no escuro.
A cozinha eu vejo pela luz da geladeira.
A sala pelo computador e a luminária.
O quarto do filho só de dia.

Tito chega em casa e repete luz, luz. E repete.

Tenho escrito só pra ocupar espaço.
Não aguento não ocupar.

Luz, luz.

Um comentário:

Tainah Negreiros disse...

Imaginando o Tito chegando em casa dessa forma que cê disse que parece até que ele é mais crescido do que é já...rs.

e fico com mais saudade.